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		<title>Explosão de consumo criará gargalo para mercado de luxo no Brasil.</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 18:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumer]]></category>
		<category><![CDATA[Retail]]></category>

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		<description><![CDATA[Para reportagens na versão internacional do &#8216;New York Times&#8217;, Brasil é uma &#8216;colmeia de consumo glamouroso&#8217; entre emergentes. Uma série de reportagens sobre a indústria do luxo no Brasil, publicadas no diário &#8216;International Herald Tribune&#8217;, a versão internacional do nova-iorquino &#8216;The New York Times&#8217;, afirmam que o setor está vivendo um tal boom no país [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Para reportagens na versão internacional do &#8216;New York Times&#8217;, Brasil é uma &#8216;colmeia de consumo glamouroso&#8217; entre emergentes.</em></p>
<p>Uma série de reportagens sobre a indústria do luxo no Brasil, publicadas no diário &#8216;International Herald Tribune&#8217;, a versão internacional do nova-iorquino &#8216;The New York Times&#8217;, afirmam que o setor está vivendo um tal boom no país que, em breve, faltará oferta para tanta procura. O aquecimento do mercado brasileiro de bens de luxo é traduzido no título de umas das reportagens do especial, &#8216;Procura-se: Lugares para Gastar Dinheiro&#8217;.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/11/10/oscar_freire_maxpana3.jpg" alt="" width="620" height="465" /></p>
<p>&#8216;Com uma economia que cresceu 7,5% em 2010, os brasileiros &#8211; em particular os moradores das grandes metrópoles na metade sul do país &#8211; têm bastante dinheiro para gastar. Em breve, porém, parece que não terão mais lugares suficientes onde gastá-lo&#8217;, diz a reportagem.<br />
O texto chega a se perguntar se &#8216;a onda da moda (alta costura)&#8217; no Brasil está &#8216;suplantando a sua cultura de praia&#8217;.<br />
Segundo uma consultoria citada no especial, Bain &amp; Co., de Boston, o mercado de luxo no Brasil já atinge o valor de US$ 2,5 bilhões, e a expectativa é de que cresça a uma taxa de 10% a 15% ao ano nos próximos cinco anos &#8211; dois a três vezes mais rápido que na Índia, para efeito de comparação.<br />
&#8216;Mas por questões de tradição e de segurança, à exceção de um pequeno número, quase todas as compras de bens de luxo são feitas em shopping centers. E apesar da economia em crescimento e de uma população estimada em 203,5 milhões de habitantes, o país tem apenas 418 shoppings com mais de 5 mil m²&#8217;, afirma a reportagem.<br />
&#8216;Isto significa 10 mais que em 2010, mas o ritmo de construção não está acompanhando a demanda, e a falta de espaço de varejo está se tornando um desafio para as grandes marcas de luxo ávidas em se expandir para este mercado em crescimento.&#8217;<br />
Particularidades<br />
As reportagens também tocam nas particularidades do mercado brasileiro, como a tradição de designers e marcas próprias de alta qualidade reconhecidos internamente e no exterior, o nível de serviços demandado pelo consumidor brasileiro, e a pouca relevância do comércio online no mercado de luxo.<br />
Um dos artigos afirma que, comparado com os shoppings centers vazios na China, as lojas de departamento da Rússia e o caos das lojas no centro de Nova Déli, o ambiente de compras nos zonas de compras e shoppings brasileiros é uma &#8216;colmeia de comércio glamouroso&#8217;.<br />
Diferente dos indianos e chineses, que têm mais tradição de poupar, os brasileiros gostam de gastar e os mais ricos não se incomodam em ostentar seu dinheiro, afirma o jornal.<br />
A vaidade e a disponibilidade de pagar mais, mas também as altas taxas de importação, são fatores que contribuem para os preços exorbitantes dos produtos de luxo no Brasil, muito mais altos que nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo.<br />
Entretanto, diz um lojista entrevistado na reportagem, os ricos brasileiros não se importam de pagar mais desde que tenham acesso às melhores mercadorias com rapidez e facilidade.<br />
E os efeitos do alto poder aquisitivo de uma parte dos brasileiros também se nota no exterior, especialmente nos Estados Unidos, onde são os principais clientes de diversas lojas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:  <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/11/explosao-de-consumo-criara-gargalo-para-mercado-de-luxo-no-brasil-diz-jornal.html">http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/11/explosao-de-consumo-criara-gargalo-para-mercado-de-luxo-no-brasil-diz-jornal.html</a></p>
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		<title>Empresários ainda não sabem vender para a nova classe C</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 17:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trade Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Os empresários brasileiros ainda não sabem vender para a nova classe média, segundo um estudo do instituto Data Popular. O item “preço” foi considerado o mais importante por 44% das empresas. No entanto, apenas 13% das pessoas da classe C ouvidas pelo instituto disseram que o preço define a compra de um produto. “Já passou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os empresários brasileiros ainda não sabem vender para a nova classe média, segundo um estudo do instituto Data Popular. O item “preço” foi considerado o mais importante por 44% das empresas. No entanto, apenas 13% das pessoas da classe C ouvidas pelo instituto disseram que o preço define a compra de um produto.</p>
<p>“Já passou o tempo que produto baratinho servia para conquistar a classe média”, diz Renato Meirelles, diretor do Data Popular. “A classe C adora uma oferta e faz fila na porta da liquidação, mas somente quando sabe que o produto é de qualidade”, acrescenta.Para entender esse público, diz ele, é preciso saber lidar com pessoas.</p>
<p>Um dos erros, conta, é a empresa achar que o vendedor precisa chamar a cliente de “madame” quando ela entra na loja: “Existe uma diferença em querer ser rico e querer parecer rico. E a classe média não quer isso”.</p>
<p>Os dados foram apresentados nesta quinta-feira, em evento em Paraisópolis, bairro de baixa renda na zona sul de São Paulo. Na ocasião, o presidente da União de Moradores e do Comércio de Paraisópolis, Gilson Rodrigues, acrescentou: “É preciso fazer com que as pessoas se identifiquem com o que estão vendo. A empresa precisa olhar o local e fazer marketing específico”.</p>
<p>Segundo Meirelles, mudar a maneira como o empresário enxerga o cliente popular “é um exercício de humildade”. “Tem que aprender, não apenas ensinar. Não tem que tentar ‘catequizar’ o consumidor.” O levantamento do Data Popular foi realizado no primeiro semestre deste ano com informações da Pnad/IBGE 2009 e com entrevistados da base de dados do instituto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:  <a href="Fonte:  http://www.valor.com.br/empresas/1099234/data-popular-empresarios-ainda-nao-sabem-vender-para-nova-classe-c" target="_blank">http://www.valor.com.br/empresas/1099234/data-popular-empresarios-ainda-nao-sabem-vender-para-nova-classe-c</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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